Meus proprios meios by(emmanuel nunes)
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sábado, 1 de junho de 2013
DW Days na America Latina
O DW Days, evento em sua primeira edição na America Latina, trouxe ao Brasil os bateristas Chester Thompson, Marco Minnemann e teve a participação especial do brasileiro Robson Caffé. O previamente anunciado Álvaro López não pôde participar do encontro por problemas em seu visto de entrada no Brasil. O evento comemora os 40 anos da DW, hoje uma das mais aclamadas marcas de bateria do mundo. Clique sobre as fotos para ver os vídeos.
A Drum Workshop foi fundada em 1972 como um estúdio de bateria por Don Lombardi, que dava aulas particulares e eventualmente promovia oficinas (workshops). Don Lombardi e seu então aluno John Good (hoje vice-presidente da marca) começaram a vender pequenas peças de bateria para ajudar nos custos de manutenção do estúdio. Em seguida, a fábrica de ferragens Camco, que então fabricava os pedais de bumbo hoje conhecidos como a série 5000 da DW, ofereceu a Lombardi todo seu maquinário. Assim começava a grande e inovadora indústria na qual a DW se tornou.
O DW Days America Latina foi promovido pela própria DW e pela EM&T (Escola de Música & Tecnologia, representada por Giba Favery e por Mônica Lima), com apoio da Pride Music – Marcelo Juliani - (representante da DW no Brasil) e da rádio Mix FM. O coordenador do curso de bateria da EM&T, Giba Favery, foi o mestre de cerimônia do evento, apresentando os músicos ao teatro lotado.
O brasileiro Robson Caffé, baterista da banda EX4 e endorsee da PDP, marca pertencente ao grupo DW, abriu o workshop com muito entusiasmo, tocando sobre dois temas de sua banda, e terminou com um arranjo feito a partir do Hino Nacional brasileiro.
O americano Chester Thompson foi o segundo a se apresentar e, depois de agradecer ao público (com tradução do baterista Ricardo Mosca), solou por mais de 30 minutos. O baterista, que participou do Genesis e tocou com Phill Collins, Weather Report e Frank Zappa, mostrou toda sua experiência tocando levadas de fusion, jazz, rock, ritmos latinos e samba, com baquetas, mallets e escova e dando grande ênfase na dinâmica. Foi aplaudido de pé.
O alemão Marco Minnemann, baterista, compositor e multi-instrumentista, e também autor do premiado método Extreme Interdependence: Drumming Beyond Independence, começou sua apresentação tocando sobre um tema que havia composto horas antes, e depois mostrou todo seu virtuosismo. Com uma inacreditável independência entre os braços e pernas, Minnemann brincou com a bateria com técnica apuradíssima e abusou dos “ostinatos”, que parece ser a tendência nos atuais estudos de bateria. Terminou sua apresentação tocando sobre um tema de Speed Metal.
Depois dos agradecimentos feitos num simpático português, Marco Minnemann convidou Robson Caffé e Chester Thompson a se juntarem a ele no palco para uma “jam session”. Certamente por sugestão de Chester Thompson, o trio improvisou sobre dois trechos de músicas de Frank Zappa. Começaram com um trecho de “Trouble Every Day”, do álbum Freak Out (1966) e depois improvisaram sobre outro clássico fraseado de “Andy”, do álbum One Size Fits All (1973), no qual Chester Thompson toca bateria.
Entre as apresentações dos bateristas, os organizadores do evento sortearam camisetas e um pedal de bumbo da série 3000, ganho pelo aluno do EM&T Fernando Caetano.
O público que pôde presenciar o evento seguramente aprendeu muito com a apresentação dos três artistas. Esperamos que esse evento se repita nos próximos anos e em outras cidades do Brasil.
DW Days América Latina
Em comemoração por seu 40º aniversário, a DW anuncia a primeira versão do evento DW Days na América Latina. Trata-se de um festival itinerante que, este ano, contará com apresentações dos bateristas Marco Minnemann, Chester Thompson (Genesis, Phil Collins, Frank Zappa) eÁlvaro López (RE-Q). A turnê tem datas confirmadas na Cidade do México (México, 18/6), Bogotá (Colômbia, 20/6), Quito (Equador, 22/6) e está confirmada a apresentação em São Paulo. Em cada show, grandes performances, e estão programadas sessões de “meet and greet” com os artistas, além de distribuição de prêmios.
Data: Segunda, 25 de junho às 18h00
Local: Auditório UNIP
Rua Apeninos, 614 - Aclimação
Convite em troca de 2 quilos de alimento pelo telefone: 11-5012.2777
Apoio: Pride Music, MIX FM
Batuka brasil
BATUKA! BRASIL INTERNATIONAL DRUM FEST
DE 7 A 9 DE JUNHO
EXPOSIÇÃO de instrumentos e acessórios em todos os dias de evento, a partir das 15h. Hall do auditório.
SEXTA, 7 DE JUNHO
Flauzilino Jr.
Leticia santos
Concurso Nacional de Bateristas
Gabriel Guilherme
Johnny Rabb
SÁBADO, 8 DE JUNHO
Mike Maeda
Stephane Chamberland
John Blackwell
Bocato & Banda - participação especial: Vera Figueiredo
DOMINGO, 9 DE JUNHO
Junior Vargas
Osvaldinho da Cuíca
Will Calhoun
Caito Marcondes Trio
INGRESSO - PAGAMENTO SOMENTE EMDINHEIRO
Inteira: 40,00
Meia entrada: 20,00
ANTECIPADO
batukaingressos@gmail.com
BILHETERIA
Das 14h às 19h no dia 06 de junho
Das 14 às 21h nos dias de evento
LOCALIZAÇÃO
Memorial da América Latina - Auditório Simón Bolívar
Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664
Barra Funda - São Paulo, capital
ACESSO
Auditório: portões 12 e 13
Estacionamento: portões 14 e 15
COMO CHEGAR
http:// www.memorial.org.br/ visite-o-memorial/ como-chegar
EXPOSIÇÃO de instrumentos e acessórios em todos os dias de evento, a partir das 15h. Hall do auditório.
SEXTA, 7 DE JUNHO
Flauzilino Jr.
Leticia santos
Concurso Nacional de Bateristas
Gabriel Guilherme
Johnny Rabb
SÁBADO, 8 DE JUNHO
Mike Maeda
Stephane Chamberland
John Blackwell
Bocato & Banda - participação especial: Vera Figueiredo
DOMINGO, 9 DE JUNHO
Junior Vargas
Osvaldinho da Cuíca
Will Calhoun
Caito Marcondes Trio
INGRESSO - PAGAMENTO SOMENTE EMDINHEIRO
Inteira: 40,00
Meia entrada: 20,00
ANTECIPADO
batukaingressos@gmail.com
BILHETERIA
Das 14h às 19h no dia 06 de junho
Das 14 às 21h nos dias de evento
LOCALIZAÇÃO
Memorial da América Latina - Auditório Simón Bolívar
Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664
Barra Funda - São Paulo, capital
ACESSO
Auditório: portões 12 e 13
Estacionamento: portões 14 e 15
COMO CHEGAR
http://
O Primeiro play-along disponivel!!
"In the End" é uma canção da banda norte-americana de rock Linkin Park. A canção foi liberada como quarto single do álbum Hybrid Theory. A música é baseada em cima do fracasso de uma pessoa. É considerada simbólica no fim de um relacionamento, contudo, mas também pode ser descrita como a quebra de confiança em uma longa amizade. "In the End" é uma das canções mais conhecidas e bem sucedidas do Linkin Park, chegando ao topo das paradas de sucesso em vários países, incluindo nos EUA onde chegaram a posição #2 na Billboard Hot 100.
Linkin Park - In the end - Play along
"In the End" é uma canção da banda norte-americana de rock Linkin Park. A canção foi liberada como quarto single do álbum Hybrid Theory. A música é baseada em cima do fracasso de uma pessoa. É considerada simbólica no fim de um relacionamento, contudo, mas também pode ser descrita como a quebra de confiança em uma longa amizade. "In the End" é uma das canções mais conhecidas e bem sucedidas do Linkin Park, chegando ao topo das paradas de sucesso em vários países, incluindo nos EUA onde chegaram a posição #2 na Billboard Hot 100.
Linkin Park - In the end - Play along
O baterista Joey Jordison da banda Slipknot conta que está trabalhando
desde a final do tour “All Hope Is Gone” e apresenta seu mais novo grupo
musical com os seguintes músicos: Jed Simon (Strapping Young Lad) e
Kris Norris (Darkest Hour) com guitarra e baixo, Chris Vrenna (Nine Inch
Nails) no teclado e Henry Derek Bonner (Blood Promise, Lilitu) como
vocalista.
“Comecei focando muito no pós-punk e industrial, que eu sempre gostei, e acrescentei guitarras super pesadas. Assim começou tudo. Eu demorei muito anos para chegar neste ponto, mas posso dizer honestamente que estou mais satisfeito do que jamais estive em um estúdio”, conta Jordison.
O que todos querem saber é se este novo projeto irá atrasar a produção do novo disco do Slipknot, que fãs esperam há quase três anos.
“Comecei focando muito no pós-punk e industrial, que eu sempre gostei, e acrescentei guitarras super pesadas. Assim começou tudo. Eu demorei muito anos para chegar neste ponto, mas posso dizer honestamente que estou mais satisfeito do que jamais estive em um estúdio”, conta Jordison.
O que todos querem saber é se este novo projeto irá atrasar a produção do novo disco do Slipknot, que fãs esperam há quase três anos.
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